quinta-feira, 13 de outubro de 2011

dissecando o apologies, segunda parte.
se você não leu a primeira, volta um pouco aí nas postagens.


arms of the messiah   [3.5/5]
começa brutal já. e continua. guitarra que te dá medo. 0:13 a bateria vira e você já dentro. daí eles meio que quebram tudo que construiram e a música volta aos 0:51 e vai esquentando com 3 ciclos básicos esquentadores (3?) aos 1:14 muda para algo estranho mas enjoyable depois de se acostumar pra quebrar aos  1:40 com uma energia meio.. seilá. esse chorus fico estranho mesmo, parece que forçaram. o segundo ciclo dele fica legalzinho até, mas nada demais. o solo guitarresco depois ficou prime, talvez um dos melhores do cd em um música tão mediana. depois a música praticamente acaba sem nada pra destacar, aquele feijão de arroz de sempre com possíveis headbangs para os mais exaltados.


apologies are for the weak  [4/5]   recomendada
ela carrega o nome do albúm, e com razão. é uma das melhores imo.
0:30 você é jogado na musica por aquele artificio da bateria e ela só vai ficando mais profunda. 0:45 continua progredindo com uma bateria te segurando pra vc não gozar ainda. 1:13 é uma puta provocação e você já ta louco mesmo, e de quebra aquela guitarra aos 1:27 e APOLOGIES ARE FOR THE WEAK. continua te segurando até explodir no vocal limpo novamente. aqui acabam os super heavy headbangs que vc mantinha desde o começo da música e te dá uma paz interior de "porra, é isso mesmo". depois disso é o de sempre, com destaque ao final que ele fala o titulo da música de novo e usa um chord que eu caracterizo como "aqueles que te dão medo". é um power chord normal em drop C com uma nota mais aguda que dá uma sensação sinistra. o vocal do ~weak~ também é bem visceral e fecha essa faixa.








harlots breath  [4.5/5]   recomendada um pouco menos
uma música meio fora do padrão que já foi minha preferida do albúmen. ela começa lenta e headbangosa, fica rapida aos 0:31, usa bateria faltante e fica nos bangs denovo até um puta groove dos 0:59 até 1:25 em algo muito inesperado e nunca visto na história desse CD, uma passagem completamente nova e linda, eargasm fácil se concentrando no ciclo que fica rápido e entra o vocal dessa parte. overkill. 1:25 volta com vocais variados e musica bonita até que engrena aos 1:40 e meio que dá uma direção e você ja reconhece esse padrão. tá esquentando, lá vem o baixista. e vai ficando bom e vai ficando até que ele não vem, quebra num breakdown relativamente forte e brutal. depois dele a música reseta incrivelmente rapido numa guitarra progressiva e vc pensa "agora vai". ele continua com a guitarra bonita e e ela vira um solo aos 2:59 com a bateria blastly owning no fundo. daí tem outro breakdown, depois é feijão com arroz.
e assim termina talvez a música mais... inovadora? da banda, sem vocal limpo e com passagens diferenciadas que você fica sem fôlego.


tides  [3/5]
a música mais ouvida deles no last fm por muito tempo, sem razão aparente ao meu ver.
começa aos 0:40 com a guitarra X, depois aos 0:56 vira um X+0,2 e aos 1:12 vira um Y que é a perfeita imagem de X.  1:27 ela vira muito killer e 1:40 vira progressiva bem linda que pode te dar eargasms dependendo de você. as passagens dessa música são suaves e painless e perfeitas, algo muito diferente de outras como ~not our tomorrow~. na marca dos 2 minutos a música toma o rumo clássico e você ja sabe o que vem. riff novo, bateria nova e no terceiro ciclo explode no vocal limpo novamente. 2:47 tem outro BD, mas nada muito especial nessa segunda parte da música.


massa pra caralho esse artwork, hein


blessing with a curse  [3/5]
música do oli. 0:32 começa com.. esquece. depois engrena aos 0:51 e fica até boa com uma bateria alternada  e forte, depois quebra diferente com um sotaque musical estranho pro mmi aos 1:06 e 1:21 engrena diferente, mas vai esquentando como sempre até os 1:58, quando acontece aquilo que você já sabe. depois não tem nada especial, e a música acaba.


porcelain wings  [3.5/5]
guitarra diferente e bonita já no começo, chama a atenção. 0:26 você esboça um sorriso de apreciador. aos 0:42 fica do mau e continua e TATATA, muita bateria dando pressão até um vocal downfall que acaba com tudo e te deixa em depressão. a música retorna aos 1:19 com uma guitarra sinfonica bem elaborada e quebra 1:35 com uma festa para os headbangers de plantão, com destaque a uma pedalada dupla no fim do clico. fica nisso se aprofundando. 2:10 fica virtuoso e progressivo quem lembra o pre-breakdown belamente, e depois vem outro BD meio sem pé nem cabeça mas aos 2:47 volta toda a brutalidade com uma guitarra killer com entalpia mais de oito mil, e a música acaba.;




forgive and forget  [5/5]  recomendada







haha, tá no fim. e a música preferida de muita gente aqui, encantadas pelo melhor vocal limpo do cd imo.
o clipe fala algo sobre bomba atomica que não crackiei direito.
naaaaaa.....nananaaa....nãããã...nananana NA na NÃ (2x)
naaaaaa.....TIC TIC TIC nananaTIC aa....nãããã...TIC TICnananana NA na NÃ(2x)
e finalmente começa os vocais depois de deixar você reconhecer o riff principal. nada de especial até o segundo ciclo com uma bateria mais killer levando a um breakdown com o riff inicial que acaba aos 1:02 resetando a música com um ar mais virtuoso e progressivo e você já sabe onde vc vai cair. a bateria se estabiliza no terceiro ciclo e depois ele anuncia qual vai ser a letra e aqui você já ta quase morrendo sem ar.. ainda acaba tudo no pre-chorus com uma overkill qe voce quase morre e TAKEE ME BACK TO HOW WE USED TO BEEEEEEEEEEE (i'll never close my eyes again!) HOOOOW COULD I EVER FORGET A PLACE LIKE THIS (somewhere i can call my own!) com um fundo guitarrescamente lento e virtuoso lindo progressivo super sayiajin estilo te matando devagar. 2:08 quebra na guitarra com chord que dá medo que eu já tinha falado, 2:24 dobra o tempo em uma mudança sutil mas foderosa. depois praticamente acaba, com um epílogo bem bonito até, mas pouco a se dizer.












e assim acaba a jornada épica decifrando esse álbum.


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